“No maravilhoso território do silêncio nós tocamos o mistério. Ele é o lugar da reflexão e contemplação, e é o lugar onde nós podemos nos conectar com o conhecimento profundo, para o caminho da sabedoria profunda."
Angeles Arrien
É no cessar das buzinas, das falas, dos ruídos, no aquietar do coração, que conquistamos o silêncio.
No meu caso, o silêncio que grita...
Será correto dizer que no silêncio não há som?
O meu silêncio fala, explica, replica, consola, abraça, GRITA!
Eu ouço no silêncio e nele há conteúdo, há razão, há vida! Faz-me lembrar das palavras de C. Linspector “Há um silêncio dentro de mim. E esse silêncio tem sido a fonte de muitas palavras”. É verdade, é fonte de palavras, é fonte de verdades, de segredos.
O meu silêncio me faz descobrir fórmulas secretas e por vezes a vontade maior é de não rompê-lo.
Cultivá-lo para mim, é sinônimo de sabedoria. Falar nem sempre é necessário. Calar muitas vezes é mais apropriado, é mais sutil.
E quando falo em silêncio não me refiro a mordaças – silêncio forçado, mas a liberdade de expressão, a liberdade de calar-se diante dos movimentos e ouvir o nada, e ouvir o tudo. De abrir mão do falastrão que há em nós e nos entregar às revelações que certamente virão.
Por que falar do Silêncio agora, assim? Ao chegar em casa hoje, decidi não ligar TV. Quando pensei em ouvir musica, logo desisti. Pensei: o que fazer? Algumas alternativas me surgiram, mas a que venceu foi o SILÊNCIO. Ele me chamou para sentar, logo me vi lendo um livro (em breve falarei sobre ele aqui). Meu cachorro não está em casa, só ouço meus próprios barulhos, que são poucos, quase imperceptíveis.
Já temo o fim dele. Ah! Como é triste quando chega ao fim. "O som aniquila a grande beleza do silêncio." (Charles Chaplin)
No meu caso, o silêncio que grita...
Será correto dizer que no silêncio não há som?
O meu silêncio fala, explica, replica, consola, abraça, GRITA!
Eu ouço no silêncio e nele há conteúdo, há razão, há vida! Faz-me lembrar das palavras de C. Linspector “Há um silêncio dentro de mim. E esse silêncio tem sido a fonte de muitas palavras”. É verdade, é fonte de palavras, é fonte de verdades, de segredos.
O meu silêncio me faz descobrir fórmulas secretas e por vezes a vontade maior é de não rompê-lo.
Cultivá-lo para mim, é sinônimo de sabedoria. Falar nem sempre é necessário. Calar muitas vezes é mais apropriado, é mais sutil.
E quando falo em silêncio não me refiro a mordaças – silêncio forçado, mas a liberdade de expressão, a liberdade de calar-se diante dos movimentos e ouvir o nada, e ouvir o tudo. De abrir mão do falastrão que há em nós e nos entregar às revelações que certamente virão.
Por que falar do Silêncio agora, assim? Ao chegar em casa hoje, decidi não ligar TV. Quando pensei em ouvir musica, logo desisti. Pensei: o que fazer? Algumas alternativas me surgiram, mas a que venceu foi o SILÊNCIO. Ele me chamou para sentar, logo me vi lendo um livro (em breve falarei sobre ele aqui). Meu cachorro não está em casa, só ouço meus próprios barulhos, que são poucos, quase imperceptíveis.
Já temo o fim dele. Ah! Como é triste quando chega ao fim. "O som aniquila a grande beleza do silêncio." (Charles Chaplin)

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